Santa Catarina soma 29 prefeitos presos desde agosto de 2020, o que corresponde a quase 10% das 295 cidades do estado. O dado revela que, arredondando o índice de 9,81%, um a cada dez prefeitos foi preso nos últimos anos em operações policiais.
O caso mais recente, ocorrido nessa quinta-feira (8), é o de Júnior de Abreu Bento (Progressistas), de Garopaba. Além dele, outros políticos foram alvo de mandados em uma investigação sobre um suposto esquema de fraude em contratos públicos, especialmente ligados ao serviço de coleta de lixo.
O primeiro prefeito preso desde 2020 foi Orildo Severgnini, então gestor de Major Vieira, no Norte catarinense. Ele foi detido na segunda fase na operação ‘Et Pater Filium’, que investigava crimes de corrupção, fraude em licitação e lavagem de dinheiro.
Na lista, há políticos que foram soltos, condenados, que renunciaram ao cargo e até que foram reeleitos após a prisão, como o caso de Patrick Corrêa (Republicanos), de Imaruí.
Entre os partidos, 8 prefeitos são do MDB, 6 do PP, 5 do PL e 4 do PSD. O antigo PSL e o Patriota, Republicanos, Podemos, PT e PSDB tiveram um prefeito preso cada. A Operação Mensageiro foi responsável pelo maior número de prisões, totalizando 17 gestores detidos.
Texto e foto: reprodução/g1, com edição NH Notícias





