Parlamentares bateram recorde no repasse de emendas para Organizações Não Governamentais (ONGs), com um volume que chegou a R$ 1,7 bilhão em 2025. O problema não está apenas no valor — mas em quem se beneficia.
Levantamentos apontam que parte desses recursos tem ido para entidades ligadas a parentes, ex-assessores e aliados políticos, levantando fortes questionamentos sobre nepotismo indireto, favorecimento e uso político do dinheiro público.
📈 Desde 2019, os repasses cresceram de forma acelerada, multiplicando por dez em poucos anos, enquanto áreas essenciais continuam sofrendo com falta de recursos e serviços precários.
🗣️ O Congresso afirma que endureceu as regras para o envio das emendas. No entanto, os números bilionários e as relações pessoais envolvidas colocam em xeque a eficácia da fiscalização e a real transparência desses repasses.
👉 Dinheiro público não pode virar negócio de família.
A sociedade cobra mais controle, investigação e responsabilidade sobre como cada centavo está sendo gasto.
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