O Ministério Público do Rio de Janeiro reabriu a investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro e outras 25 pessoas por suspeita de desvio de dinheiro na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Segundo o MP, a apuração anterior não cumpriu diligências consideradas essenciais. Em 2024, sete funcionários do gabinete de Carlos foram denunciados no caso conhecido como “rachadinha”, mas, na época, a investigação contra o então vereador foi arquivada.
Agora, a nova apuração pretende esclarecer pontos que ficaram em aberto, como:
🔎 Compra de apartamento em Copacabana – O imóvel foi declarado por R$ 70 mil, valor considerado abaixo do mercado.
💳 Pagamento de plano de saúde – Apenas um boleto teria sido pago diretamente por Carlos em nove anos.
🏦 Uso de cofre bancário – Movimentações financeiras também serão analisadas.
Entre os investigados está Ana Cristina Siqueira Valle, ex-chefe de gabinete de Carlos entre 2001 e 2008. Relatórios de inteligência financeira apontaram depósitos de até R$ 340 mil em dinheiro vivo na conta dela.
O caso foi encaminhado à 4ª Promotoria de Investigação Penal. A GloboNews informou que procurou a defesa de Carlos Bolsonaro e o gabinete da vereadora Alana Passos, que herdou o cargo na Câmara, mas não houve retorno. O ex-chefe de gabinete Jorge Luiz Fernandes também não se manifestou.
A defesa de Ana Cristina afirmou, em nota, que repudia a reabertura do caso e classificou o procedimento como “recheado de nulidades”.
📌 O caso segue em investigação.
Fonte Globo news.






